quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Campanha em Rio das Ostras


Esperamos vocês lá, na Rua 12...

IEMRE Interlagos e Jd Graúna, aguarde... Viveremos esse mover aqui também!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Elaine Araújo no Culto de Mulheres!


Ficamos muito honradas nesta tarde com a confirmação da presença da nossa querida irmã e amiga da IEMRE Interlagos, a cantora Elaine Araújo.
Tivemos a oportunidade de vê-la ministrando algumas vezes nas Assembléias de Deus na Zona Sul e ficamos impactadas com o amor dessa jovem pela adoração ao Senhor.
Estará conosco e cremos que será um encontro muito feliz.Que Deus abençoe a cada mulher que estará conosco neste dia.

Encontro de Mulheres
Dia 26/02 - 18:00hs

Pra Sílvia Bincoleto

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dias de poder em Rio das Ostras!

Nem dá pra descrever em palavras tudo o que vivemos ali: a fidelidade de Deus é imensurável!
Cultos de poder e unção. Louvamos a Deus por este povo sedento que Ele mesmo separou naquele lugar.
Que a cada dia, seja mais abundante a Graça Dele lá.
A cada obreiro, força e vigor no Senhor. Fiquem firmes, sem desanimar.
Ano de Santificação: vamos em frente!

Ministério de Intercessão


Deixe seu pedido de oração:
rochainterlagos@yahoo.com.br

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Coisas de EBD





Fred, 4 anos de idade:
Professora: acho que Jesus morreu no meu coração.
Ela pergunta: porque você diz isso?
Ele responde: bebi muita água e ele morreu afogado!
Queremos essa inocência para nossas vidas..

Cuide do seu amor!








Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua
mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e
jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.


De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que
dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o
assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente
perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os
talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não
conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um
motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta
satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela
mais e sim  a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena
dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando
para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com
quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu
fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria
atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela
começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me
senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio
nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais
perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na
mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi
imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a
Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa,
escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria
nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela
pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de
forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso
filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente
propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o
rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me
lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no
dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a
carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela
estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar
meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e
achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições
assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar
o divórcio" ,disse  Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito
tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia,
foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai
está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram
constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de
entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha
esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o
nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e
então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da
casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o
escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu
peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi
que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente
tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto,
seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve
muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia
feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior
com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a
mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a
cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez
meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou
uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um
suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu
então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a
facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega
tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei
o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora
de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe
todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa
abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos
segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que
estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus
braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da
casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o
meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a
segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas
pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando
estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade
com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro
endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de
idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a
porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me
divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com
febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu
não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não
soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta
de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha
esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la
até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a
porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei
para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê
de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria
de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi:  "Eu te carregarei em meus
braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e
um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde
encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas
eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado
com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos
efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos
proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã.
Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num
relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro
no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não
proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser
amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para
mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!



Enviado pela Pra Marta Bispo - ministério AMEI


A Pra Marta Bispo é responsável pelo ministério de formação de professores de Educação Infantil Religiosa, amiga do ministério Rocha Eterna.

Morre Sidney - Fat Family


Deus sempre sabe o que é melhor!
Ele achou por bem recolher nosso irmão para Sí.


Carreira Gospel e Mudança de Nome
Sidney se desligou do grupo Fat Family em 2008, quando deu inicio em sua carreira solo e mudou seu nome para Sidney Sinay.

Sobre a conversão ele contou me entrevista ao  Estação Gospel, concedida em 2008:

"Eu tenho tido um chamado diferente na minha vida, o Senhor vem me resgatando... Ele vem requerendo uma posição da minha parte onde eu tive que tomar a decisão de realmente servir somente a Ele. E para tudo isso acontecer amados, eu tive que passar por um seqüestro relâmpago....

E eu fui buscar ajuda, pedir socorro, após o seqüestro, na casa de evangélicos e um jovem orou por mim e me disse para ficar em paz que tudo o que eu achava que eu tinha perdido o Senhor ia restituir e tinha mais, ele disse:

Pode ficar sabendo que Deus tem uma grande obra na sua vida.
E aí as duvidas foram saindo e eu fui vendo que o Senhor tinha algo pra mim, na hora Dele, mas eu tinha que tomar uma decisão."
 
Sidney além de cantor, também foi o compositor da banda Fat Family. Nos últimos anos estava mudando suas relações com a balança. Em 2009 ele foi submetido a uma cirurgia de redução do estômago. Nas eleições de 2006 ele chegou a tentar a carreira política e se candidatou ao cargo de Deputado Federal, mas não foi eleito.

Fonte: www. terra.com.br 
Desejamos que o Consolador conforte essa família tão linda e especial neste momento de grande tristeza.
Família Rocha Eterna